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	<title><![CDATA[g1 > Olha que legal]]></title>
	<description><![CDATA[Notícias e histórias sobre o que de positivo tem acontecido no Brasil e no mundo. Boas ações e projetos de impacto para a sociedade]]></description>
	<link><![CDATA[https://g1.globo.com/olha-que-legal/]]></link>
	<language><![CDATA[pt-br]]></language>
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		<title><![CDATA[Saiba como higienizar frutas e hortaliças e se é possível remover agrotóxicos dos alimentos]]></title>
		<description><![CDATA[        Para higienizar frutas é possível usar uma escovinha de náilon e um pouco de detergente
Sem crédito
Você sabia que é importante higienizar frutas, legumes e hortaliças? A limpeza garante uma preservação maior do alimento, destrói bactérias e pode retirar restos de produtos químicos, como agrotóxicos.
A técnica é bem simples, basta deixar o produto de molho em água misturada com vinagre ou bicarbonato de sódio ou água sanitária. 
Para fazer a mistura:
1 litro de água filtrada;
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio ou 1 colher de café de hipoclorito (água sanitária) ou 2 colheres de vinagre.
Depois:
Deixar frutas, hortaliças e legumes de molho por pelo menos 15 minutos;
Lavar em água corrente e armazenar.
Para frutas e legumes com casca, recomenda-se lavar o alimento com uma esponja nova com detergente.
Tem como tirar todo o agrotóxico?
Como reduzir os resíduos de agrotóxicos antes de comer frutas, legumes e verduras
Não existe um método 100% eficaz para tirar agrotóxico dos alimentos, segundo especialistas ouvidos pelo g1.
Isso porque alguns resíduos podem estar na casca de frutas e legumes, que são mais fáceis de serem retirados, mas há resquícios de medicamentos e agrotóxicos que podem estar dentro do organismo de frutas, hortaliças e animais abatidos, que não são possíveis de serem eliminados.
"É possível eliminar de 80 a 90% do que está na superfície do alimento. O que entrou, está lá na polpa, não tem como retirar", explicou o clínico geral e nutrólogo Roberto Navarro em uma reportagem especial sobre o assunto.
O professor de toxicologia da Universidade de São Paulo (USP) Ernani Pinto explica que isso não significa correr riscos de intoxicação. O motivo é que existem legislações que impõem limites que seriam toleráveis para consumo dos resíduos desses produtos químicos.
Leia também:
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[31/01/2025]]></date>
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		<title><![CDATA[Justiça de MG determina proteção de sítio pré-histórico: a maior paleotoca já encontrada no estado; entenda]]></title>
		<description><![CDATA[        Justiça de MG determina proteção de sítio pré-histórico: a maior paleotoca já encontrada no estado; entenda
A Justiça de Minas Gerais determinou a proteção de um sítio pré-histórico. 
No alto da Serra do Gandarela, em Caeté, região metropolitana de Belo Horizonte, um tesouro escondido. A passagem é como uma janela que nos leva a um passado bem distante: fim da última Era do Gelo, cerca de dez mil anos atrás. 
Época dos animais gigantes, como a preguiça pré-histórica, que pode chegar a seis metros de comprimento e pesar quatro toneladas. 
A equipe do Jornal Nacional entrou em uma paleotoca - uma caverna escavada na rocha por esses animais enormes. 
“Em vários momentos a gente consegue observar em suas paredes e tetos, as garras desses animais de grande porte que viveram aqui. Nesse caso aqui desse conduto, ele tem esse formato do corpo do animal que escavou essa caverna”, mostra o espeleólogo da Vale, Robson de Almeida Zampaulo.
A paleotoca do Gandarela tem 340 metros de extensão - é a maior já encontrada em Minas Gerais. 
A Era do gelo foi época de animais gigantes, como a preguiça pré-histórica, que pode chegar a 6 metros de comprimento.
Reprodução/ Jornal Nacional
A equipe do Jornal Nacional entrou em uma paleotoca - uma caverna escavada na rocha por animais enormes.
Reprodução/ Jornal Nacional
“A gente fez um estudo geral sobre a estabilidade, sobre o tipo de rocha, então a gente vê que são dois tipos diferentes. Tem uma canga em cima, mais rígida, e essa parte de baixo, mais mole”, mostra a espeleóloga da Vale, Georgete Macedo Dutra. 
De acordo com os pesquisadores, uma das hipóteses levantadas, é que com o fim da Era do gelo, esses animais gigantes não se adaptaram às mudanças ambientais, e acabaram extintos. Mas deixaram, nessas tocas, as marcas que contam a história. 
História, que segundo o Ministério Público de Minas Gerais, pode desaparecer, já que a paleotoca se encontra em uma área de mineração. Mesmo com um decreto federal que prevê a proteção de cavidades subterrâneas no país, o MP entrou com uma ação para proibir que a mineradora Vale e o governo do estado façam qualquer ação que prejudique a área. 
A Justiça aceitou o pedido e determinou a proteção imediata do local. 
“As cavidades naturais de uma forma geral, elas são ambientes bastante sensíveis. A atividade de mineração pode causar trincas, rachaduras e até mesmo desabamento desses locais tão importantes para a nossa história”, diz o coordenador de patrimônio cultural do Ministério Público de Minas Gerais, Marcelo Azevedo Maffra. 
A paleotoca do Gandarela tem 340 metros de extensão - é a maior já encontrada em Minas Gerais.
Reprodução/ Jornal Nacional
A Vale diz que, desde 2010, protege e monitora a caverna e que a área não será minerada. Quem luta para manter essa janela sempre aberta para o passado, sonha com o tombamento da paleotoca. 
“Aquilo tem um valor cultural para a humanidade muito grande. Preservar essa estrutura significa preservar a nossa própria história ou, indiretamente, preservar a história do homem aqui na América do Sul”, afirma o paleontólogo da UFMG Jonathan Bittencourt.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[31/07/2023]]></date>
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		<title><![CDATA[Romance flopado de 2012 vira líder de vendas após filha de autor viralizar no Tiktok]]></title>
		<description><![CDATA[        Romance 'flopado' de 2012 vira líder de vendas na Amazon após filha de autor viralizar no
Demorou, mas a fama chegou para o escritor Lloyd Devereux Richards. No caso, 11 anos depois de ter publicado o romance "Stone Maidens", ele viu, em menos de uma semana, sua obra, até então flopada, se tornar líder de vendas na Amazon graças a um viral no TikTok.
A "culpa" foi da filha, que gravou um vídeo (e viralizou) no TikTok falando sobre trabalho do pai. O vídeo já havia ultrapassado 40 milhões de visualizações na plataforma chinesa até esta segunda-feira (13). 
"Meu pai escreveu um livro por 14 anos. Ela trabalhava em tempo integral e seus filhos eram sua prioridade absoluta, mas sempre encontrava tempo para seu livro. Fiquei muito feliz, mesmo que as vendas não estivessem indo bem. Eu realmente gostaria que as pessoas o comprassem. Ele nem sabe o que é TikTok”, diz a menina na gravação, que mostra seu pai trabalhando na continuação do livro.
Lloyd Devereux Richards, autor do livro 'Stone Maidens', em vídeo viral feito pela filha para o TikTok
Reprodução
Stone Maidens conta a história de uma antropóloga do FBI que investiga a ação de um matador em série no estado do Indiana, nos Estados Unidos. 
O livro, que pode ser adquirido por U$ 13,49 (aproximadamente R$ 70), se tornou líder de vendas da categoria romances policiais do site. Além disso, a obra aparece no top 10 livros mais vendidos de forma geral. 
Anúncio do livro 'Stone Maidens' em primeiro lugar na Amazon na categoria romances policiais 
Reprodução 
Há outras publicações na conta do Tiktok criada pela filha do autor. Ela mostra alguns comentários feitos sobre o livro do pai, que se emociona com as mensagens. 
Em um dos post, Lloyd Richards aparece comemorando o resultado do vídeo enquanto toma milk-shake com a filha: "me sinto abençoado", diz o autor do livro na gravação.
Sobre o autor
Lloyd Devereux Richards nasceu em Nova York e trabalhou como advogado em Vermont ao longo de sua vida profissional. Casado e pai de três filhos, ele gosta de fazer caminhadas, escrever poesia e fazer desenhos a caneta e tinta.
Antes de exercer a advocacia, Richards viajou extensivamente pela Europa, África e América Central, escrevendo diários e observando pássaros.
Atualmente, Richards mora com sua esposa Cameron O'Connor e seus dois cachorros em Montpelier, Vermont.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[13/02/2023]]></date>
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